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CONCEDA  ME UM TEMPO 



Onde eu possa estancar o meu pranto 
Onde eu possa brindar o encanto 
Do amor que eu não conheci 
Do romance que eu não vivi 
Sem sofrer a dor de vê-lo partir 
Sem ao menos tê-lo conhecido.




Onde eu possa chorar os meus versos 
Onde eu possa semear com minhas lágrimas 
tantos outros poemas 
Onde a esperança pelo amor verdadeiro 
Possa se concretizar por inteiro
E as coisas que escrevo possam, então, emergir. 




Onde a dor não se mantenha latente 
Onde não hajam feridas nem cortes 
Onde a inquietude se faça ausente 
E as escolhas sejam, Sempre
E Somente, As Nossas Escolhas.




E que seja um delicado momento 
De música suave e ambiente aconchegante 
De água de cheiro sentida 
Por todos os cantos e lados 
De lua cheia e enfeitiçada 
A iluminar nossos olhares a meia luz
Cruzados, esquecidos, eternizados.




Onde eu possa expor o que sinto
Onde eu possa sagrar você 
Como meu abrigo seguro e tranqüilo 
Onde eu possa encontrar a minha paz. 


CONCEDA  ME UM TEMPO



Menino que pouco conheço ! 
E que seja intenso o bastante 
Para que eu nunca mais o esqueça 
Quem sabe, então as coisas 
Que escrevo deixem de ser doloridas 
Sofridas e eu passe a ser sua 
Num instante exclusivo e precioso 


Do qual você nunca mais vai abrir mão.





Texto ANNA MARIA *sininho*®










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